
"...Ocorreu uma invasão de adrenalina em minhas terminações... Altas concentrações... E se... E se não fosse o coração batendo mais e com mais força... Levando ao constrangimento visível... Resultado da dilatação desesperada dos meus vasos... Substituindo a minha palidez por um rubor momentâneo... Senti calor para então suar... Lá nos meus pensamentos condenei minha vergonha com um disfarce... Criei uma tentativa de baixar as doses que circulavam... E com dificuldade... Respirei fundo..."
Quando começo a estudar fisiologia sempre faço uma “ponte” com o amor... Acho interessante o comportamento orgânico causado pela química amorosa... Imagina que louco que é sermos produtos das reações químicas... Que nos levam a crer que é amor... O que não deixa de ser, né? ... Já que a química só foi desencadeada pelo encontro... Mas que golpe! E quando a química diminui?... Entramos em crise amorosa... O cérebro é bem traiçoeiro mesmo, só quer prazer... Então a paixão toda acaba, e começamos outras reações químicas que são mais duradoras e estáveis... Claro que se tivermos enfrentado toda a abstinência da primeira crise química... Teremos descargas seguras e cotidianas de amor...
beijinhos k

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